O público-alvo de uma agência de marketing tende a se envolver com conteúdos que resolvem problemas reais de gestão, ajudam a identificar falhas nas estratégias atuais ou apresentam perspectivas que ainda não haviam sido consideradas.
Conteúdos genéricos sobre “estratégia digital” dificilmente mantêm a atenção por muito tempo. Quanto mais específica e aplicável for a informação, maior será sua relevância para quem toma decisões.
Quem é o público-alvo de uma agência de marketing?
Os principais tomadores de decisão na contratação de uma agência costumam ser diretores de marketing, gerentes da área e proprietários de empresas que desejam crescer, melhorar resultados ou estruturar suas ações de comunicação.
Cada perfil possui necessidades e dúvidas diferentes:
| Perfil | Principal dúvida | Conteúdo que gera interesse |
|---|---|---|
| Dono de empresa | Quanto será necessário investir e qual retorno pode ser esperado? | Cases com resultados, estimativas de investimento e guias de contratação |
| Diretor de marketing | Como avaliar se a agência realmente entrega resultados? | Critérios de avaliação, indicadores de desempenho e referências de mercado |
| Gerente de marketing | Como apresentar e justificar os resultados para a diretoria? | Modelos de relatório, métricas e orientações para defender o orçamento |
Compreender essas diferenças permite criar conteúdos mais alinhados às necessidades de cada leitor.
Formatos que mais despertam o interesse desse público
Artigos de diagnóstico
Conteúdos que identificam problemas específicos costumam chamar a atenção porque o leitor reconhece uma situação que já enfrenta e deseja compreender suas causas e possíveis soluções.
Um exemplo seria:
“Por que suas campanhas geram cliques, mas não convertem?”
Esse tipo de título apresenta um problema concreto e indica que o artigo poderá ajudar a diagnosticar o que está acontecendo.
Comparativos e checklists
Comparativos e listas de verificação podem ser utilizados como materiais de apoio durante a tomada de decisão.
Um checklist sobre “o que perguntar antes de contratar uma agência”, por exemplo, pode ajudar gestores a organizar reuniões, comparar fornecedores e avaliar propostas de maneira mais objetiva.
Cases com resultados reais
Cases que apresentam contexto, estratégia, prazo e indicadores contribuem para a credibilidade da agência.
Sempre que possível, é importante mostrar:
- o setor de atuação do cliente;
- o desafio enfrentado;
- a solução aplicada;
- o período analisado;
- os resultados alcançados.
Dados claros tornam o conteúdo mais útil e facilitam sua apresentação em reuniões internas.
O que não engaja esse público?
Alguns tipos de conteúdo tendem a gerar pouco interesse entre profissionais que já possuem experiência em marketing:
- textos que explicam conceitos básicos sem acrescentar uma visão prática;
- posts com tom excessivamente publicitário, disfarçados de conteúdo educativo;
- artigos sem posicionamento próprio, que apenas repetem informações encontradas em outros blogs;
- promessas de resultados sem contexto, dados ou explicação da estratégia utilizada.
Para se destacar, a agência precisa demonstrar conhecimento, experiência e capacidade de interpretar os desafios do mercado.
Perguntas frequentes
Com que frequência publicar para manter o engajamento?
Não existe uma frequência única que funcione para todas as empresas.
Para muitas agências, publicar de duas a quatro peças mensais com profundidade, planejamento e consistência pode ser mais eficiente do que produzir conteúdos em grande volume e com pouca relevância.
A qualidade e a regularidade são mais importantes do que a quantidade isolada de publicações.
LinkedIn ou blog: onde está o público das agências?
As duas plataformas podem ser utilizadas de maneira complementar.
O LinkedIn ajuda na distribuição de conteúdo, no relacionamento com profissionais e na ampliação da audiência.
O blog permite desenvolver temas com maior profundidade, fortalecer a presença nos mecanismos de busca e criar uma base de conteúdos que pode continuar sendo encontrada ao longo do tempo.
Vale a pena investir em vídeo para esse público?
Sim, desde que o formato esteja alinhado ao objetivo.
Vídeos curtos podem funcionar bem para apresentar ideias, divulgar conteúdos e gerar interação em redes como o LinkedIn.
Já os artigos são adequados para análises detalhadas, guias, comparativos e conteúdos que o leitor deseja consultar novamente. A combinação entre texto e vídeo pode ampliar o alcance e atender a diferentes formas de consumo de informação.
Sobre a Sette Marketing
A Sette Marketing é uma agência com mais de 20 anos de atuação, desenvolvendo projetos que integram estratégia, comunicação, branding, conteúdo, presença digital e performance.
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